quando a noite cai invade o nosso quarto
e o vento traz o meu grito de amor
Hurts a lot and te empaty sheets it hurts a
lot when l fall the night invades or room and
the wind brings my love cray
quando a noite cai invade o nosso quarto
e o vento traz o meu grito de amor
Hurts a lot and te empaty sheets it hurts a
lot when l fall the night invades or room and
the wind brings my love cray
na solidão não se sente sò e atè mesmo sem
fazer nada não sente inútil e vazio na mão
sente o preenchimento do universo no coração
cada sonho meu ou desejo è do que nasce
e não meu sou a minha própria paisagem
assisto a minha passagem diverso móbil
e sò
enrolei em mim circulo inumeráveis e em contemplações
intermináveis dissolvi - me nos segredos I kiss the earth with my
eyes my eys my nout andy my fingers endfold me innumerable circles and in endless contemplations l dissolved myself in secrets
como se tudo nelas germinasse soa quando no fundo
dos espelhos me è estranho o longínquo a minha face e de mim desprende
em nòs no amor a minha forma de estar
não è igual a minha forma de ser o que transmito
no olhar nem sempre è aquilo que eu queria ver
planície sem àgua tu soltas os teus cabelos como um pranto
e o teu grito soa e ecoa nos espaços sucessivos onde em colunas
verticais o calor treme
passa estala o chão e as portas batem quando a noite cada nò em si descalça
arrancando as raìzes do menor dos rios inundando
com punhais de fogo e de esperma de saliva estou rodeado de agulhas em sua boca mais vulnerável
marcando o itinerário da espuma nas laterais isso è o amor mortal e navegável
tenha como o capitão ou o contramestre ouvidos
para a flauta que chama ao longe nos nossos corações
fazei - me ouvir como um perdão numa reminiscência
de ensinar o antigo Português que fala o mar !
Give me in the transposed soul of argonaut let me have
like the capitain or the the foreman and car for the fluture
that calls our heart for away make me har as a perdon
in reminiscence teach the old Portuguese that seaks the sea
o seu grito persegue a matilha das fúrias que
em vão tentam adormecer dos sepulcros ou
nos cantos esquecidos do palácio
tão estúpido como o real sempre o mistério
tão certo como o mistério do fundo
diz - lhe que entre
gente uma esmola ?
coxeia ? ele chegou !
podes dar - lhe a bengala
que era do avô dinheiro isso não
jà sei pobrezinho que em vez de pão
ia comprar vinho . para ver a mãe è
muito forte ele não tem mãe e não è do norte
vitima de quê ? o dito està dito se não tinha
estofo quem o mandou ser infinito ?
e os meus dedos enrolei a mim
em círculos inumeráveis e em
contemplantes intermináveis
dissolvi - me em segredos
l kiss the earth with my eyes
my mouth and my fingers
endfold me in innumerable
circles and in endless contemplatios
l dissolved myself in screts
When l die l ll come back too seek the momentss i din t live by te sea
Quando morirò tornerò a cercarei momenti che no ho vissuto in rival al mar
Quando me muera volverè a buscar los momentos que no vivi junto al mar
Wenn lche sterbe werde ich zuruckkoment um die moment zu suchen in denen
ich nitch am meer gelebt hrbe
das cigarras e perturba no céu
o silêncio do bronze my love
or cray crossees the song of the cicadas and
disturbs the bronze silence in the skay
amor mio il nostro grido atraversa il canto del cicale
e turba il silenzio de bronzo nel cielo
mi amor nuestro grito cruza el canto de las cigarras
y turba el silencio bronze el cielo
que a alma onde o que tu ès dependo do que
possuis e não do coração que bate dentro de ti
l was bord im a smal world where the aspect
s more importante than the soul where what
your depends on what your depends on what
you have and not on the heart that beats inside you
nasci en un mundo pequeno onde del aspecto es
màs importante que el aa dond lo que eres depende
do lo que tieney y no del corazòn que late dentro de ti
cada sonho ou desejo è do que nasce
e não meu sou a minha própria paisagem
diverso móbil e sò attentive to what l am
to what l see l become the them and not me
evryy dream of mine or desaire is from
what is born and not mine i am my own diverse
landcape mobil and only
azul cobrindo o Douro quarela de a aves pios escarecèu
ainda palpitante voa donde teria vindo num beijo de
onde teria vindo ? ( não è meu ) de um quarto perdido
no desejo ? de algum jovem amor que recebeu um mandato
de captura ou de depejo ? è uma ave estranha colorida
vai batendo com a pròpria um coração vermelho pelo ar
e è a força sem fim de duas bocas que se juntam loucas
de inveja as gaivotas a gritarem
o meu ser segue não prevendo o que passou
a esquecer noto a margem do que li o que julguei
sentir e digo ( foi eu ? ) Deus sabe porque escreveu
l don t know to feel where l am because of that l m reading
like pages my being what follows not foresseing what happened to forget
l notice the image of read what l tought felt reread and say was it e ? God
knowe whay
no sè como sentirme donde estoy por eso estoy levando como paginas mi ser lo que se sigue sin prever lo que pasò para olividar noto la imagem de que leo lo que pensè me senti releido y digo era yo ? Dios sabe oporque el escribio
e teres metas e não te
dares ao descanso não
poderás saber o valor
da paz
while you lament the lost
and do no note give yoursel
rest you will no be able to
know the value of peace
cão larga um pouco os teus
compromissos e vem ver um
simples pássaro a serena silhueta
a cantar o vermelho do acaso
with loughter my love playing with
your drog let go of your commitments
and come to see a simple bird the serene
silhoerette singing
as mãos somos um barco
de oceanos a agitar - se
sobre as ondas mas ancorados
pelo o próprio oceano
listem my love when whe hold
hands we ae a boat mede of oceans
tossing over the waves but achored
to the ocean itself by the ocea itself
triviais repara naquela camisa colorida
varal vê como ela dança com o vento
brincalhão a tange - la
troquei de continente sobre
a tua pele sobre a sombra queimei
a pele e o vento dos teus cabelos
derramou o olor das rosas e do amor
sem mágoas no meu ser na tua voz em mim
cheia de ternura falando - me de amor
um pouco os teus compromissos
e vem apenas ver um simples
pássaro a serena silhueta a cortar
o vermelhão do acaso
que nenhum deus
se lembre do teu nome
para ti criei um dia puro
livre como o vento como
florir ondas ordenadas
e limpo onde imergimos da noite
do silencio e livres habitamos a
substância do tempo
amigo è o erro corrigido
não o erro perseguido explorado
è a verdade partilhada praticada
amigo è a solidão derrotada
amigo è uma tarefa um trabalho
sem fim um espaço útil um tempo
fértil amigo vai ser já uma grande festa
amigo è um sorriso de boca em
boca um olhar bem limpo uma
casa modesta que se oferece um
coração pronto a pulsar na nossa mão
procurei a ordem intacta do mudo
a palavra não ouvida longamente
sob o fogo sob o vidro
procurei no teu rosto a revelação
dos deuses que não sei
porém passaste através de mi
como passamos através da sombra
julgamos que viver era abraçar
o rumor dos pinhais os azuis dos montes
e todos os jardins verdes do mar
dai - me a beleza imensa e nua do que è frugal
quero comer devagar e gravemente sabe o contorno
carnudo e o peso grave das coisas não quero possuir
a terra mas ser como ela não quero dominar ou possuir porque quero ser esta è a necessidade com
veemência e fúria defendo a fidelidade por estar
terrestre o mudo de ter perturba e desvias
os seus circuitos o estar o viver o ser
boca palavras de amor de esperança
louca palavras nuas que beijam quando
a noite pede o rosto palavras que se recusam
aos muros do teu desgosto de repente coloridas
entre palavras sem cor espadas inesperadas
como a poesia ou o amor
o nome de quem se ama
letra a letra revelado
no mármore distraído no papel abandonado
palavras que nos transportam aonde a noite
è mais forte ao silencio dos amantes abraçados
contra a morte
na ombreira entre ombros na
ombreira nenhum assombro ombro
a ombro param ombro a ombreira
quando tudo escombros ainda todos
seremos ombro na ombreira
de varejeira entre a cortina e a vidraça
assim è a minha beira o que è que se passa ?
e eu que estava tão enredado
defendo - me da morte quando
dou o meu corpo ao seu desejo
violento e lhe devoro o corpo
lentamente mesa do sonho no meu
corpo vivem todas as formas e
começam todas as vidas ao lado
do homem vou crescendo e
defendo - me da morte povoando
de novo sonhos da vida
da - me a tua mão tu guias
os nossos passos procuremos
juntos tesouros imperecìveis
como antes a muito tempo
não sabíamos ainda que precisamos
tanto um do outro
na cor da aurora que se move fascinante
o rumo traçado não ilude os instantes
de liberdade vividos na senda do destino
que sonha e acalenta reforça sempre o que
o fogo da vontade purifica o desejo
contínuo de fusão
sepulta definhadas num caos
agonizante decepadas na fúria
de presságios predadores com êxtases
adoração e temores soterraste pétalas
calcinadas que nem o claro brilho
das espadas purificou de telhas e horrores
tu ès o melhor de nòs e da vida cuja luz
è repartida através do teu ser sempre
vibrante e brilhante
tentando inverter o espaço lúdico
na certeza de quem veste a própria
nudez com roupagens de volúpia
lascivamente sob um sol de cinzas
poder - se - à ainda imaginar um botão
de rosa e inspirar anelante o seu aroma
como quem beija um seio de ternura
na surpresa da manhã levemente
azul a curiosa expectativa da noite
extinta no túnel da insónia cruza
memórias de constelações vivas
com abismos obscuros de incompressível
espanto
da lìngua da míngua
da letra soletrei
a minha nostalgia lendo
pasmado nos olhos desmesurados
o infinito
corta os lábios a arrancar a
raiz mais diminuta dos rios
a inundar - te de facas de saliva
esperma lume estou a rodear de
agulhas de agulhas a boca mais
vulnerável a marcar sobre os teus
flancos o itinerário da espuma assim
è o amor mortal e navegável
na despedida o seu olhar derradeiro
esse olhar que sò era teu amor que
foste o primeiro no meu peito morreria
meu amor na tua mão onde perfeito bateu
meu coração
no desenho que fizeste nesse céu
onde o olhar è uma asa que não
voa esmorece e cai no mar que
perfeito coração no meu peito
bateria meu amor na tua mão
nessa mão onde cabia perfeito
o meu coração se um português marinheiro
dos sete mares andarilho fosse quem sabe o primeiro
a cantar - me o que inventasse se um olhar de novo
brilho no meu olhar se enlaçasse que perfeito coração
no meu peito bateria meu amor na tua mão na tua mão
ande cabia perfeito o meu coração
queima
o sol è secreto
cego o silêncio
deita - te comigo
ilumina meus vidros
entre lábios toda musica
è minha
na boca um do outro por isso è que nos desfazemos no arco do verão , no pensamento da brisa , no sorriso , no peixe , no cubo , no linho , n...