dai -me a beleza imensa
e nua do que è frugal
quero comer devagar
e gravemente que sabe o
contorno carnudo e o peso grave das coisas não quero
possuir a terra mas ser como ela não quero possuir nem
dominar porque quero ser esta è a necessidade com
veemência e fúria defendo a fidelidade por estar
terrestre o mundo de ter perturba e paralisa e desvia
os circuitos o estar o viver o ser

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