de água que nunca
sentiram sangue
rega o modo dos meus
sonhos o copado das árvores
que esquece a vida era verde
sempre nos nossos esquecimentos
a lua era fluída com água entre pedras
o amor nunca veio aquele
vale e por isso tudo ali era feliz
nem sonho nem amor nem deuses
em templos passando entre a brisa e a hora
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