terça-feira, 28 de setembro de 2021

noite

o silêncio è o teu gémeo infinito

quem te conhece sabe não buscar

morte visível vens desse-dentar

o vago mundo o mundo estreito

e aflito se os teus abismos  constelados

fito não sei quem sou qual o fim a dar a

tanta dor a tanta ânsia par do sonho e a tanto

incerto em que medito que vislumbro escondido

de melhores dias  ou horas no teu campo cabe ?

vèu nupcial do fim de fins e dores nem sei a

 angústia que  vens consular - me deixa que eu 

durma deixa que eu acabe e que a luz nunca

me venha despertar
 

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