lagos dos meus olhos e eu choro contigo
os grandes peixes da ternura esses mesmos peixes
que são os arquitectos perturbados de uma relação
sem tempo mas alimentada por primaveras que tão
altas são inquestionáveis
na boca um do outro por isso è que nos desfazemos no arco do verão , no pensamento da brisa , no sorriso , no peixe , no cubo , no linho , n...
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