domingo, 3 de outubro de 2021

o corpo não espera por nòs

ou pelo amor este pousar de mãos

tão reticente e que interroga a sòs

a tépida secura acetinada o que palpita

 por adivinhar em solitários movimentos

 vãos este pousar que não conhece nada

vê em nada ouça temer no seu temor agudo

tem tanta pressa o corpo ! e já passou quando

um de nòs ou quando o amor chega
 

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