morta e triste elegia
vão de nocturnos e nada
existe
sombras a câmara apagada
sombras o meu vulto
è longe ausente silencio
calma sonho nada
vejo leve indecisamente noite
que noite das jarras negras
morrem lìrios Chopin falecem
pelas cordas tremulas túmulos
marítimos andam ao vento
aromas soltos saudades lentas
alto passa o vèu de luar nos céus
revolto cheiros de signos e desgraça
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