nem memória de tempo ou de ser !
deixem - me ser uma folha de árvore tilintada
por brisa a poeira de uma estrada involuntária
e sozinha o vinco deixado na estrada pelas rodas
enquanto não vêm outras
o pião a criança que vai a parar e oscila no movimento
que da alma cai como caem os deuses no chão do destino

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