o rosto despedaçado nos pedaços do espelho
o rosto despedaçados nos espaços do espelho
chama a dança da morte com uivos de silêncios
mas na margem diàfana dos dedos onde a negra
onde a negra ode recita espirais de vida rebentam
caules de gaivotas enfeitados de maresia de maresia
no mar se desfaz o último perfil da dança
em passos de chuva

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