e contigo um mar de azeite
afoguei - me passo a passo
dei a minha alma a preguiça
que o meu corpo não tivera
e foi assim que submisso vi
chegar a Primavera ...
quem a colher que arrecade
há nela um segredo lento ...
ò frágil felicidade !
palavra que leva o vento
e depois como se a ideia de nos dedos
a ter tido bastasse por fim larguei - a
sem arrependimento ...
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