uma tão càlida noite de luar escreveria
pesaroso a ausência dessa luz fatigada pelo
tempo revolto da vontade fosse esse mar de
signos cintilantes a obscura razão da liturgia
que nenhum limbo redime a rota parabólica
da agonia traçaria o teu corpo a ruptura ao nível
da folhagem interdita que nenhuma tempestade
iludiria jà que fomos primavera no inverno ...
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